Quero ser um anjo!
Não desses sem graça
Com suas brancas asas
Com suas belas túnicas
E nada mais para fazer.
Quero ser um anjo!
Não dos que vivem no céu
Dedilhando suas harpas
Cantando seus cânticos
De louvor ao eterno ócio.
Quero ser um anjo!
Não um desses loiros santos
Que já foram criados puros
Que nenhuma dor sentiram
Sem saber o que é ser humano.
Quero ser um anjo!
Não desses passíveis de queda
Muito menos insensíveis à dor
Que sintam um orgulho vulgar
E que nada busquem alcançar.
Quero ser um anjo!
Que lutou e venceu a batalha
Contra suas próprias loucuras
Um anjo puro de corpo e alma
Que mereça tal honraria.
Firmino Maya
Blog de escritos meus, de amigos e pessoas que eu admire.
"Tudo o que somos é o resultado dos nossos pensamentos."
Sidartha Gautama (Budda)
Sidartha Gautama (Budda)
segunda-feira, 2 de junho de 2008
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
“Carência”
Pra suprir uma carência
É preciso olhar em volta,
Não curar com a ciência
Pois que só o amor importa.
Firmino Maya
É preciso olhar em volta,
Não curar com a ciência
Pois que só o amor importa.
Firmino Maya
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Vozes
Quantas vozes
Passaram por nossos caminhos,
Quantas estão agora passando,
E quantas ainda estão por passar?
São vozes
Que clamam um pouco de afeto,
Que choram uma chance perdida,
Que amam sem medo de amar.
Quantas vozes
Que sonham em serem ouvidas,
Que buscam um ombro amigo,
Que querem ser mais reais?
Essas vozes
Cantadas, contadas ou mudas,
Que se fazem ouvir nas cidades,
Mas não se respondem jamais.
Quantas vozes
Cantarolam cantigas de amor.
Que soltam gemidos lascivos,
Ou murmuram lamentos de dor?
Tais vozes
Berradas em coros tão tristes.
Que imploram somente atenção
E você ouve como um mercador.
Firmino Maya
Passaram por nossos caminhos,
Quantas estão agora passando,
E quantas ainda estão por passar?
São vozes
Que clamam um pouco de afeto,
Que choram uma chance perdida,
Que amam sem medo de amar.
Quantas vozes
Que sonham em serem ouvidas,
Que buscam um ombro amigo,
Que querem ser mais reais?
Essas vozes
Cantadas, contadas ou mudas,
Que se fazem ouvir nas cidades,
Mas não se respondem jamais.
Quantas vozes
Cantarolam cantigas de amor.
Que soltam gemidos lascivos,
Ou murmuram lamentos de dor?
Tais vozes
Berradas em coros tão tristes.
Que imploram somente atenção
E você ouve como um mercador.
Firmino Maya
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
“Morte e vida”
Tornando a lembrança mais vida
E assim vou esquecendo da morte
Desse modo tornar mais garrida
Esse longo caminhar com a sorte.
Firmino Maya
E assim vou esquecendo da morte
Desse modo tornar mais garrida
Esse longo caminhar com a sorte.
Firmino Maya
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Eu
Meu, Teu, Meu, Teu
Corpo esta cansado
Estado não me importa
Estado é lastimável
Fardo é somente teu.
Olhe, Veja, Sinto, Teu
Minhas cãs, minhas marcas
Quantos problemas eu tenho
Muito mas tenho minha vida
Problema nada me diz.
Eu, Não, Passo, Teu
Tenho tanta pressa
Posso perder essa chance
Por cima do que precisar
Sentimento não me interessa.
Eu, Teu, Faço, Eu
Quero realizar meu sonho
Sonho é somente teu
O que for preciso
Agora só vejo um breu.
Firmino Maya
Corpo esta cansado
Estado não me importa
Estado é lastimável
Fardo é somente teu.
Olhe, Veja, Sinto, Teu
Minhas cãs, minhas marcas
Quantos problemas eu tenho
Muito mas tenho minha vida
Problema nada me diz.
Eu, Não, Passo, Teu
Tenho tanta pressa
Posso perder essa chance
Por cima do que precisar
Sentimento não me interessa.
Eu, Teu, Faço, Eu
Quero realizar meu sonho
Sonho é somente teu
O que for preciso
Agora só vejo um breu.
Firmino Maya
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Soneto nº 07
(Um brinde ao Desejo)
Quero conhecer-te plenamente,
Saciar minha sede com teu mel.
Sugar a última gota loucamente,
Viajando junto a ti para o céu.
Conquistar com doçura teu corpo,
Dos pés a cabeça, incluso teu cálice.
Caminhar contigo rumando ao topo,
E juntos, do amor, conhecer o ápice.
Conhecer-te toda, sem medo e receio,
Ir sem fugas do passado ao presente.
E após o amor recostar-m’em teu seio.
Nesse encontro entregar-me num beijo,
Dividir contigo minha pura semente.
E erguer a voz, num brinde ao desejo.
Firmino Maya
Quero conhecer-te plenamente,
Saciar minha sede com teu mel.
Sugar a última gota loucamente,
Viajando junto a ti para o céu.
Conquistar com doçura teu corpo,
Dos pés a cabeça, incluso teu cálice.
Caminhar contigo rumando ao topo,
E juntos, do amor, conhecer o ápice.
Conhecer-te toda, sem medo e receio,
Ir sem fugas do passado ao presente.
E após o amor recostar-m’em teu seio.
Nesse encontro entregar-me num beijo,
Dividir contigo minha pura semente.
E erguer a voz, num brinde ao desejo.
Firmino Maya
sábado, 13 de outubro de 2007
Soneto nº 06
(O tempo um patrimônio)
O que fazemos agora do nosso tempo?
Será que fazemos com ele algo de útil,
Será que usamos como um passatempo?
Ou para gozar nosso prazer mais fútil.
Já nos demos conta da sua importância,
Que ele passa, ou da sua realidade?
Ou será que insistimos viver na infância,
Numa eterna festa da nossa mocidade?
Segundos, minutos, semanas ou anos.
Não adianta pedir um tempo a mais,
Para realizar os teus velhos planos.
Vamos que é a hora! Oh alma querida,
De caminhar e não de ficar para trás.
Desperte! Há tempo de mudar sua vida!
Firmino Maya
O que fazemos agora do nosso tempo?
Será que fazemos com ele algo de útil,
Será que usamos como um passatempo?
Ou para gozar nosso prazer mais fútil.
Já nos demos conta da sua importância,
Que ele passa, ou da sua realidade?
Ou será que insistimos viver na infância,
Numa eterna festa da nossa mocidade?
Segundos, minutos, semanas ou anos.
Não adianta pedir um tempo a mais,
Para realizar os teus velhos planos.
Vamos que é a hora! Oh alma querida,
De caminhar e não de ficar para trás.
Desperte! Há tempo de mudar sua vida!
Firmino Maya
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