Quero voltar a sorrir e amar
Mas para isso eu preciso te ver
Pois sem você não quero tentar
Outra vez arriscar-me a viver.
Firmino Maya
Blog de escritos meus, de amigos e pessoas que eu admire.
"Tudo o que somos é o resultado dos nossos pensamentos."
Sidartha Gautama (Budda)
Sidartha Gautama (Budda)
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Soneto nº 04
(Preciso me dizer que te amo)
Como faço para expressar o que sinto,
O que se passa agora dentro de mim?
Quando pergunto, para mim eu minto,
Finjo que não sinto, como bala de festim.
Que no princípio penso que é falso.
Mas quando paro por um momento,
Vejo que não consigo dar um passo.
Nem ao menos um meio passo tento.
Cansei de mentir, viver sem verdade,
Quero mudar da água ao vinho tinto.
E viver meu sentimento com lealdade.
Eu desejo dizer, mas não sei como.
Eu preciso dizer agora o que sinto,
Assumir, pra mim, o quanto te amo.
Firmino Maya
Como faço para expressar o que sinto,
O que se passa agora dentro de mim?
Quando pergunto, para mim eu minto,
Finjo que não sinto, como bala de festim.
Que no princípio penso que é falso.
Mas quando paro por um momento,
Vejo que não consigo dar um passo.
Nem ao menos um meio passo tento.
Cansei de mentir, viver sem verdade,
Quero mudar da água ao vinho tinto.
E viver meu sentimento com lealdade.
Eu desejo dizer, mas não sei como.
Eu preciso dizer agora o que sinto,
Assumir, pra mim, o quanto te amo.
Firmino Maya
sábado, 30 de junho de 2007
Nós
Olhar o céu e ver teus olhos
Nadar num lago e sentir teu toque
Andar entre as flores sentir teu perfume
Cantar para a lua e ouvir tua voz
Chego em casa e não te vejo
Teu celular está desligado
Deixo recados, mando bilhetes
E nada vejo, não chega resposta
Te olho, te sinto, te peço
Você nem sequer olha para mim
Te sinto, te chamo, te quero
Você nem sente pena de mim
Às vezes te busco, querendo falar
E quando te encontro, prefiro calar
Não quero mais lagrimas, não quero mais dor
Nem quero teu corpo, só quero teu amor
E sentir, sonhar, construir
Nosso canto, um alento
O momento, novo tempo
Olhar o céu e ver teus olhos
Nadar num lago e sentir teu toque
Andar entre as flores sentir teu perfume
Cantar para a lua e ouvir tua voz
Olho pro futuro e só vejo um vazio
Procuro um motivo e só penso em nós.
Firmino Maya
Nadar num lago e sentir teu toque
Andar entre as flores sentir teu perfume
Cantar para a lua e ouvir tua voz
Chego em casa e não te vejo
Teu celular está desligado
Deixo recados, mando bilhetes
E nada vejo, não chega resposta
Te olho, te sinto, te peço
Você nem sequer olha para mim
Te sinto, te chamo, te quero
Você nem sente pena de mim
Às vezes te busco, querendo falar
E quando te encontro, prefiro calar
Não quero mais lagrimas, não quero mais dor
Nem quero teu corpo, só quero teu amor
E sentir, sonhar, construir
Nosso canto, um alento
O momento, novo tempo
Olhar o céu e ver teus olhos
Nadar num lago e sentir teu toque
Andar entre as flores sentir teu perfume
Cantar para a lua e ouvir tua voz
Olho pro futuro e só vejo um vazio
Procuro um motivo e só penso em nós.
Firmino Maya
terça-feira, 26 de junho de 2007
Universo interior
Quero ter forças para lutar
contra esse universo que crio,
por vezes, dentro de mim.
Que me amedronta e adormece
a cada instante, a cada dia,
a cada novo entardecer.
Que me intimida e me assusta
a cada noite, a cada momento,
a cada novo alvorecer.
Quero ter forças para lutar
contra esses monstros que crio,
no meu universo interior.
Firmino Maya
contra esse universo que crio,
por vezes, dentro de mim.
Que me amedronta e adormece
a cada instante, a cada dia,
a cada novo entardecer.
Que me intimida e me assusta
a cada noite, a cada momento,
a cada novo alvorecer.
Quero ter forças para lutar
contra esses monstros que crio,
no meu universo interior.
Firmino Maya
sábado, 23 de junho de 2007
Entrega e prazer
Sentir tuas mãos percorrendo meu corpo
descobrindo espaços, lugares e
permitindo a descoberta do prazer.
Libertando sentimentos e desejos.
Sentir tua boca me sugando com furor
e tua língua a fazer festa pelo meu corpo,
descobrindo regiões de intenso prazer
e nossos corpos num deleite sem pudor.
Agora é minha mão que te busca
apalpa, aperta, desbrava e acaricia.
Descobre, nas tuas entranhas segredos,
anseios, sonhos, os teus medos.
Minha língua a deslizar por tuas curvas,
teu pescoço, colo, seios, tuas coxas.
Querendo sugar do teu corpo em brasa
a doce seiva que me embriaga o espírito.
E no ápice do nosso encontro de almas,
quando nos damos sem medo, um do outro.
Nossos corpos se entregam, se enlaçam
e como mágica transformam-se em um.
Firmino Maya
descobrindo espaços, lugares e
permitindo a descoberta do prazer.
Libertando sentimentos e desejos.
Sentir tua boca me sugando com furor
e tua língua a fazer festa pelo meu corpo,
descobrindo regiões de intenso prazer
e nossos corpos num deleite sem pudor.
Agora é minha mão que te busca
apalpa, aperta, desbrava e acaricia.
Descobre, nas tuas entranhas segredos,
anseios, sonhos, os teus medos.
Minha língua a deslizar por tuas curvas,
teu pescoço, colo, seios, tuas coxas.
Querendo sugar do teu corpo em brasa
a doce seiva que me embriaga o espírito.
E no ápice do nosso encontro de almas,
quando nos damos sem medo, um do outro.
Nossos corpos se entregam, se enlaçam
e como mágica transformam-se em um.
Firmino Maya
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Isso é o que faço!
Não ligo para o que pensam.
Não ligo para o que dizem.
Não ligo para o que sentem.
De mim, para mim ou sobre mim.
Vivo minha vid[inh]a.
Aos poucos, de pouco em pouco,
Bebo, fumo, canto, toco.
Ah!... Se com isso me importo?
Isso não vem ao caso,
Isso não te importa.
Isso é o que faço.
Não ligo para o que pensam.
Não ligo para o que dizem.
Não ligo para o que sentem.
De mim, para mim ou sobre mim
Vivo minha vid[inh]a.
Aos pouco, de um dia ao outro,
Amo, sofro, trepo, choro.
Ora!... Se isso me basta?
Isso não tem resposta,
Viro ao mundo as costas.
Isso é o que faço.
Não ligo para o que dizem.
Não ligo para o que pensam.
Vivo a minha vid[inh]a.
E isso é o que faço!
Firmino Maya
Não ligo para o que dizem.
Não ligo para o que sentem.
De mim, para mim ou sobre mim.
Vivo minha vid[inh]a.
Aos poucos, de pouco em pouco,
Bebo, fumo, canto, toco.
Ah!... Se com isso me importo?
Isso não vem ao caso,
Isso não te importa.
Isso é o que faço.
Não ligo para o que pensam.
Não ligo para o que dizem.
Não ligo para o que sentem.
De mim, para mim ou sobre mim
Vivo minha vid[inh]a.
Aos pouco, de um dia ao outro,
Amo, sofro, trepo, choro.
Ora!... Se isso me basta?
Isso não tem resposta,
Viro ao mundo as costas.
Isso é o que faço.
Não ligo para o que dizem.
Não ligo para o que pensam.
Vivo a minha vid[inh]a.
E isso é o que faço!
Firmino Maya
sábado, 16 de junho de 2007
Soneto nº 03
(Trovas e canções)
Com as mais belas e doces palavras,
Quero trovar um milhão de trovas.
De minha autoria, as minhas lavras,
Durante esta longa noite de provas.
Eu quero compor diversas canções,
Para a mais bela entre as mulheres.
Usando as notas, claves e os tons,
Para que tu ouças quando quiseres.
Eu quero esculpir, seja onde for
mármore, bronze ou no granito
os traços singelos e belos da flor.
Correr o mundo, buscar com furor
O brinde mais caro e o mais bonito
Pra minha Linda, pra ti, meu Amor.
Firmino Maya
Com as mais belas e doces palavras,
Quero trovar um milhão de trovas.
De minha autoria, as minhas lavras,
Durante esta longa noite de provas.
Eu quero compor diversas canções,
Para a mais bela entre as mulheres.
Usando as notas, claves e os tons,
Para que tu ouças quando quiseres.
Eu quero esculpir, seja onde for
mármore, bronze ou no granito
os traços singelos e belos da flor.
Correr o mundo, buscar com furor
O brinde mais caro e o mais bonito
Pra minha Linda, pra ti, meu Amor.
Firmino Maya
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