Tornando a lembrança mais vida
E assim vou esquecendo da morte
Desse modo tornar mais garrida
Esse longo caminhar com a sorte.
Firmino Maya
Blog de escritos meus, de amigos e pessoas que eu admire.
"Tudo o que somos é o resultado dos nossos pensamentos."
Sidartha Gautama (Budda)
Sidartha Gautama (Budda)
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Eu
Meu, Teu, Meu, Teu
Corpo esta cansado
Estado não me importa
Estado é lastimável
Fardo é somente teu.
Olhe, Veja, Sinto, Teu
Minhas cãs, minhas marcas
Quantos problemas eu tenho
Muito mas tenho minha vida
Problema nada me diz.
Eu, Não, Passo, Teu
Tenho tanta pressa
Posso perder essa chance
Por cima do que precisar
Sentimento não me interessa.
Eu, Teu, Faço, Eu
Quero realizar meu sonho
Sonho é somente teu
O que for preciso
Agora só vejo um breu.
Firmino Maya
Corpo esta cansado
Estado não me importa
Estado é lastimável
Fardo é somente teu.
Olhe, Veja, Sinto, Teu
Minhas cãs, minhas marcas
Quantos problemas eu tenho
Muito mas tenho minha vida
Problema nada me diz.
Eu, Não, Passo, Teu
Tenho tanta pressa
Posso perder essa chance
Por cima do que precisar
Sentimento não me interessa.
Eu, Teu, Faço, Eu
Quero realizar meu sonho
Sonho é somente teu
O que for preciso
Agora só vejo um breu.
Firmino Maya
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Soneto nº 07
(Um brinde ao Desejo)
Quero conhecer-te plenamente,
Saciar minha sede com teu mel.
Sugar a última gota loucamente,
Viajando junto a ti para o céu.
Conquistar com doçura teu corpo,
Dos pés a cabeça, incluso teu cálice.
Caminhar contigo rumando ao topo,
E juntos, do amor, conhecer o ápice.
Conhecer-te toda, sem medo e receio,
Ir sem fugas do passado ao presente.
E após o amor recostar-m’em teu seio.
Nesse encontro entregar-me num beijo,
Dividir contigo minha pura semente.
E erguer a voz, num brinde ao desejo.
Firmino Maya
Quero conhecer-te plenamente,
Saciar minha sede com teu mel.
Sugar a última gota loucamente,
Viajando junto a ti para o céu.
Conquistar com doçura teu corpo,
Dos pés a cabeça, incluso teu cálice.
Caminhar contigo rumando ao topo,
E juntos, do amor, conhecer o ápice.
Conhecer-te toda, sem medo e receio,
Ir sem fugas do passado ao presente.
E após o amor recostar-m’em teu seio.
Nesse encontro entregar-me num beijo,
Dividir contigo minha pura semente.
E erguer a voz, num brinde ao desejo.
Firmino Maya
sábado, 13 de outubro de 2007
Soneto nº 06
(O tempo um patrimônio)
O que fazemos agora do nosso tempo?
Será que fazemos com ele algo de útil,
Será que usamos como um passatempo?
Ou para gozar nosso prazer mais fútil.
Já nos demos conta da sua importância,
Que ele passa, ou da sua realidade?
Ou será que insistimos viver na infância,
Numa eterna festa da nossa mocidade?
Segundos, minutos, semanas ou anos.
Não adianta pedir um tempo a mais,
Para realizar os teus velhos planos.
Vamos que é a hora! Oh alma querida,
De caminhar e não de ficar para trás.
Desperte! Há tempo de mudar sua vida!
Firmino Maya
O que fazemos agora do nosso tempo?
Será que fazemos com ele algo de útil,
Será que usamos como um passatempo?
Ou para gozar nosso prazer mais fútil.
Já nos demos conta da sua importância,
Que ele passa, ou da sua realidade?
Ou será que insistimos viver na infância,
Numa eterna festa da nossa mocidade?
Segundos, minutos, semanas ou anos.
Não adianta pedir um tempo a mais,
Para realizar os teus velhos planos.
Vamos que é a hora! Oh alma querida,
De caminhar e não de ficar para trás.
Desperte! Há tempo de mudar sua vida!
Firmino Maya
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Soneto nº 05
(Nos teus braços)
Acabou. Minha noite agora acabou.
Eu quero, mas eu não posso chorar.
Ela sorrindo, diz que nunca me amou,
Vou curar essa dor defronte ao mar
A noite acabou e a madrugada já surge.
Não quero pensar muito menos lembrar,
Pois é vida que segue, é o tempo que urge.
Vou criar novas forças e minha vida levar.
Mas nem ao menos eu sei o que quero
E nem consigo dirigir os meus passos.
Não sem você, a quem muito venero.
Vou dar-me à outra, deixar me levar.
Atirar-me agora em seus doces braços
Dizendo eu sou teu, oh Rainha do mar.
Firmino Maya
Acabou. Minha noite agora acabou.
Eu quero, mas eu não posso chorar.
Ela sorrindo, diz que nunca me amou,
Vou curar essa dor defronte ao mar
A noite acabou e a madrugada já surge.
Não quero pensar muito menos lembrar,
Pois é vida que segue, é o tempo que urge.
Vou criar novas forças e minha vida levar.
Mas nem ao menos eu sei o que quero
E nem consigo dirigir os meus passos.
Não sem você, a quem muito venero.
Vou dar-me à outra, deixar me levar.
Atirar-me agora em seus doces braços
Dizendo eu sou teu, oh Rainha do mar.
Firmino Maya
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Obra-Prima
Em uma noite monótona
Decidi que queria ser um espírito
Ou talvez o sagrado feminino
Para fazer uma homenagem à negra poetisa
E, lembrando que o amor é uma dor apenas...
Eu voltei, pois saudades eu senti
E percebendo a essência da emoção
Tive a certeza de que outra vez seríamos
Eu e o mar ou eu e o desejo
Mas nunca seria eu, o amor
E, foi nesse momento que percebi que
Você é meu mais belo poema!
Firmino Maya
Decidi que queria ser um espírito
Ou talvez o sagrado feminino
Para fazer uma homenagem à negra poetisa
E, lembrando que o amor é uma dor apenas...
Eu voltei, pois saudades eu senti
E percebendo a essência da emoção
Tive a certeza de que outra vez seríamos
Eu e o mar ou eu e o desejo
Mas nunca seria eu, o amor
E, foi nesse momento que percebi que
Você é meu mais belo poema!
Firmino Maya
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
“Outra vez”
Quero voltar a sorrir e amar
Mas para isso eu preciso te ver
Pois sem você não quero tentar
Outra vez arriscar-me a viver.
Firmino Maya
Mas para isso eu preciso te ver
Pois sem você não quero tentar
Outra vez arriscar-me a viver.
Firmino Maya
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